O inpEV surgiu de uma iniciativa da indústria como forma de atender às responsabilidades sociais e ambientais no que se refere à destinação final das embalagens dos produtos fitossanitários comercializados. Acompanhe o acontecimento dos fatos.
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No início da década de 90, através da ANDEF - Associação Nacional de Defesa Vegetal, a indústria começa a procurar uma solução mais definitiva para as embalagens vazias de agrotóxicos. |
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Foi firmada uma parceria entre a ANDEF, a Secretaria da Agricultura de São Paulo, a Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo (AEASP) e a Coplana (Cooperativa dos Plantadores de Cana da Zona de Guariba) para entender o fluxo das embalagens vazias e implantar a primeira unidade piloto de recebimento.
Nesta época começa-se a procurar alternativas de reciclagem através de um convênio com uma pequena empresa do setor, a Dinoplast, situada em Louveira (SP).
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Em 1994, a estação piloto de recebimento de embalagens vazias de Guariba, a primeira do Brasil, começou a funcionar.
Neste mesmo ano, a convite da Andef - Associação Nacional de Defesa Vegetal, outra entidade passa a fazer parte do projeto piloto de recebimento de embalagens, a AENDA - Associação das Empresas Nacionais de Defensivos Agrícolas, que no início de 1996 contribuiu com recursos para a implementação do sistema de tratamento de efluentes da recicladora de embalagens Dinoplast e para o desenvolvimento do sistema de destinação final das embalagens dos produtos fitossanitários.
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A ANDEF entendeu a necessidade de se estabelecer uma equipe de profissionais focada apenas na destinação final das embalagens vazias de defensivos agrícolas, além de trazer outros parceiros para participar do projeto (AENDA, SINDAG, OCB, ANDAV). Neste momento foi prevista a criação de uma entidade. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publica a NBR 13.968/1997, que regulamenta a lavagem das embalagens vazias de defensivos agrícolas. Com esse procedimento a embalagem passa a ser considerada dejeto comum ao invés de resíduo perigoso, possibilitando sua reciclagem. |
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Em junho de 2000 foi promulgada a Lei Federal 9.974/00, de autoria do Senador Jonas Pinheiro. Pensada de maneira inteligente, a partir da experiência obtida com o projeto piloto e com outras iniciativas regionais, a Lei distribui responsabilidades dentro da cadeia produtiva agrícola, ou seja, agricultor, fabricante, sistema de comercialização e poder público. |
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Em meados de 2001 foi contratada uma consultoria especializada que avaliou os processos principais de trabalho, chegando-se à conclusão de que seria necessária a criação de uma entidade capaz de coordenar a destinação final das embalagens vazias. Tal consultoria avaliou os processos principais de trabalho da nova entidade e como deveria funcionalmente estruturá-la. Assim, em 14 de Dezembro de 2001 foi fundado o inpEV.
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Em março de 2002 o inpEV passou a operar com o apoio de 22 empresas pioneiras e encerrou o ano com 3.700 toneladas de embalagens vazias de defensivos agrícolas devolvidas. |
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Com 47 empresas e 7 entidades de classe do setor agrícola como associadas ao inpEV, o Sistema de Destinação Final de Embalagens Vazias em vigor no Brasil fez com que o país assumisse a posição de líder na devolução de embalagens vazias de produtos fitossanitários ao somar, no final do ano, 230 Unidades de Recebimento espalhadas por todo o País e um recolhimento de 7.855 toneladas de embalagens vazias de defensivos agrícolas. |
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O inpEV segue orientado pela sua visão de se tornar um centro de excelência na gestão da destinação final de resíduos sólidos e em 2004, conquista o reconhecimento de autoridades, instituições e empresas em todo o País.
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Com cerca de 300 Unidades de Recebimento, estrutura que representa acima de 80.000 m² de área construída e ambientalmente licenciada para o recebimento das embalagens vazias de agrotóxicos, no ano de 2004 foram devolvidas mais de 14.000 toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos, ou seja, 61% do volume colocado no mercado brasileiro e quase 100% de crescimento em relação ao ano anterior.
Em 2004 o instituto consolidou a parceria com 8 empresas recicladoras que transformam as embalagens vazias em 12 materiais como barricas de papelão, tubo para esgoto, embalagem para óleo lubrificante, conduíte corrugado, caixa de bateria automotiva, barrica plástica para incineração, dentre outros.
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O inpEV completa 4 anos de fundação com o total de 43 mil toneladas de embalagens vazias de agrotóxicos processadas até final de 2005. O sistema de destinação final de embalagens vazias do Brasil passou a ser uma referência mundial no assunto ao destinar mais embalagens do que o somatório de 30 países que possuem programas similares. Neste ano também foi comemorado em todo o Brasil, o primeiro Dia Nacional do Campo Limpo, evento que reuniu mais de 11.300 pessoas em 40 centrais de recebimento de 13 Estados do país. |
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Mais de 23 mil toneladas de embalagens retiradas do campo.
2ª. Comemoração do Dia Nacional do Campo Limpo.
No final de 2006, a estrutura de recebimento de embalagens é formada por 365 unidades, entre postos e centrais, que enviaram para destino final 19.634 toneladas de embalagens.
O instituto possui como associadas 66 empresas e 7 entidades de classe.
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O ano de 2007 marca a consolidação do sistema de destinação final de embalagens vazias de defensivos agrícolas no Brasil. São 376 unidades de recebimento, que envolvem mais de 2.000 distribuidores e cooperativas que comercializam produtos fitossanitários no país. O programa atingiu a retirada de 84 mil toneladas de embalagens vazias da natureza entre março de 2002 e dezembro de 2007.
Sucesso de público na 3ª comemoração do Dia Nacional do Campo Limpo: 76.537 pessoas, 93 municípios participantes em 21 Estados.
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